Os brasileiros estão vivendo mais e, consequentemente, as aposentadorias estão minguando. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou, os resultados de 2012 das Tábuas Completas de Mortalidade, usadas pelo Ministério da Previdência Social como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário nas aposentadorias pelo INSS. A esperança de vida ao nascer no Brasil subiu de 74,08 anos em 2011 para 74,6 anos em 2012.
Uma mulher com 55 anos de idade e 30 anos de contribuição, com salário teto do INSS de R$ 4.159, que entrasse com pedido de aposentadoria até o dia 29 de novembro de 2013, receberia R$ 2.495,40 pela tabela anterior, que levava em consideração a esperança de vida calculada em 2011. No caso de um homem com 60 anos de idade e 35 anos de contribuição, com salário teto do INSS (R$ 4.159,00), o benefício seria de R$ 3.618,33 para pedidos de aposentadoria até 29 de novembro de 2013. A partir de agora, resultaria num benefício mensal de R$ 3.535,15, uma diferença de R$ 83,18.
- E quem paga essa conta é o trabalhador brasileiro que não tem nenhuma culpa por viver um pouco mais.
Fonte: R7.com

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