Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE),
em que alunos do 9.0 ano do ensino fundamental respondem sobre hábitos e
comportamento, chegou a 9,9% em 2014 a proporção de adolescentes que vivem nas capitais e que
já experimentaram drogas ilícitas - pouco mais de 312 mil jovens. Em 2009,
quando foi feita a primeira edição da pesquisa, o porcentual foi de 8,7%.
Mostrando postagens com marcador Drogas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Drogas. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Cocaína muda estrutura do cérebro em apenas duas horas
Segundo pesquisa feita por cientistas nos Estados Unidos, a cocaína pode mudar a estrutura do cérebro poucas horas após o consumo. Os estudiosos da Universidade da Califórnia fizeram experimentos com camundongos, que receberam injeções com cocaína.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Epidemia de crack atinge dois milhões e coloca Brasil no topo do ranking de consumo da droga
Só o Brasil representa 20% do consumo mundial de crack, e é o maior mercado da droga no mundo. No País, aproximadamente dois milhões de pessoas já usaram a droga, segundo a pesquisa mais recente do Lenad (Levantamento Nacional de Álcool e Drogas), realizado pela Unifesp.
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Capitais brasileiras têm mais de 370 mil usuários de crack, diz pesquisa
O número de usuários de crack e similares soma 370 mil usuários nas capitais do País e no Distrito Federal. As capitais nordestinas lideram o ranking com quase metade dos usuários da droga (148 mil). Em seguida vêm as capitais da região Sudeste, com 113 mil dependentes.
terça-feira, 18 de agosto de 2015
28 milhões de pessoas vivem com um dependente químico, diz pesquisa
Pelo menos 28 milhões de pessoas vivem no País com um dependente químico. Os dados são do Lenad Família (Levantamento Nacional de Famílias dos Dependentes Químicos) da Unifesp. A pesquisa ouviu 3.142 famílias de dependentes químicos em tratamento em 23 capitais de todas as regiões brasileiras.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Consumo de cocaína no Brasil mais que dobra em 10 anos
O consumo de cocaína no Brasil mais que dobrou em menos de dez anos e já é quatro vezes superior à média mundial. Os dados foram divulgados pelo Conselho Internacional de Controle de Narcóticos, entidade ligada à ONU (Organização das Nações Unidas), em seu informe anual. A entidade também critica a liberalização do consumo de maconha no Uruguai e regiões dos EUA e alerta: jovens sul-americanos parecem ter uma "baixa percepção do risco" que representa o consumo de maconha.
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Crack expõe bebê a risco antes do parto
Exposto aos riscos de vida por causa do vício da mãe, antes mesmo de nascer. É como fica um bebê na barriga de uma dependente que usa crack durante a gravidez segundo pesquisa recente. No Brasil, apesar de as mulheres representarem um quarto do total de usuários regulares da droga, metade delas havia engravidado pelo menos uma vez depois do vício e quatro em dez não usam preservativo nas relações sexuais.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Novas drogas sintéticas são até cem vezes mais potentes; conheça os perigos
Uma série de drogas sintéticas são vendidas legalmente pela internet como incenso, sais de banho, fertilizantes e pílulas. Essas substâncias imitam a maconha, a cocaína e o LSD e escondem riscos ainda maiores à saúde, por serem até cem vezes mais potentes e causarem efeitos drásticos como surtos psicóticos, alucinações e danos cerebrais que podem levar à morte rapidamente. O consumo destas substâncias se tornou alarmante na Europa e nos Estados Unidos, onde já são encarados como problema de saúde pública, e está crescendo na América Latina.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Bebês de usuárias de crack podem nascer prematuros, com baixo peso e até sofrer com tremores
Estudos comprovam que bebês de mães usuárias de crack correm maior risco de nascerem prematuros, com baixo peso para a idade gestacional e até de morrerem ainda no útero das mães. De acordo com a coordenadoria do Amparo Maternal, após o nascimento, essas crianças são continuamente avaliadas pelos médicos, por pelo menos 48 horas, em busca de sinais e sintomas de abstinência.
Assinar:
Postagens (Atom)









.jpg)