Retirar as duas mamas para tratamento de câncer, quando apenas uma delas foi afetada pela doença, não aumenta as chances de sobrevivência da mulher, em comparação ao tratamento tradicional, como cirurgia conservativa da mama aliada à radioterapia e mastectomia unilateral (retirada da mama afetada). Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Stanford e do Instituto de Prevenção do Câncer da Califórnia, nos Estados Unidos, demonstra o fato.
A pesquisa publicada comparou os casos de mastectomia bilateral (retirada das duas mamas) e as taxas de mortalidade após o procedimento, com os números referentes à terapia de conservação da mama e mastectomia unilateral (a retirada do seio afetado) armazenados no Registro de Câncer do estado americano da Califórnia. Ao todos foram estudados 189.734 casos, com uma média de acompanhamento médico de 89,1 meses de cada paciente. As pacientes estudadas tinham diagnóstico de câncer de mama no estágio 0-III.
- É preciso estudar todas as alternativas antes de tomar qualquer decisão.
Fonte: terra.com.br

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