Sem reação do mercado de trabalho, inflação de alimentos em alta e crédito escasso e caro, as vendas do varejo brasileiro caíram 0,9% em maio ante abril, no pior desempenho para esse mês desde 2001. De acordo com o IBGE, a queda em relação a maio do ano passado foi de 4,5%.
Os resultados vieram bem abaixo do esperado pelo mercado: analistas ouvidos pela Reuters previam tombo de 0,3%. O IBGE informou que cinco das oito atividades pesquisadas tiveram redução nas vendas, com destaque para móveis e eletrodomésticos - tombo de 18,5% em relação a maio de 2014. Diante do resultado pior que o estimado e sinalizações de fraqueza de outros indicadores, como emprego e confiança, o Goldman Sachs revisou para queda de 1,50% a expectativa para o PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas em um país) no segundo trimestre sobre o período anterior, ante recuo de 1,25%.
Os resultados vieram bem abaixo do esperado pelo mercado: analistas ouvidos pela Reuters previam tombo de 0,3%. O IBGE informou que cinco das oito atividades pesquisadas tiveram redução nas vendas, com destaque para móveis e eletrodomésticos - tombo de 18,5% em relação a maio de 2014. Diante do resultado pior que o estimado e sinalizações de fraqueza de outros indicadores, como emprego e confiança, o Goldman Sachs revisou para queda de 1,50% a expectativa para o PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas em um país) no segundo trimestre sobre o período anterior, ante recuo de 1,25%.
- A recessão está batendo na porta.
Fonte: Jornal Destak


Nenhum comentário:
Postar um comentário