Cerca de 1,8 milhão de passageiros deixaram de andar de ônibus em 2015 por conta de incêndios criminosos no Rio de Janeiro, segundo a Fetranspor (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado). Apenas neste ano, de janeiro a setembro, 25 veículos já foram destruídos em incêndios. O número corresponde a um coletivo a cada dez dias. Além de afetar os passageiros das linhas dos veículos que são alvo dos crimes, o problema também atinge outros transportes e outros itinerários de ônibus. Os coletivos que saem das ruas sobrecarregam os outros meios de transporte, que ficam lotados. Outra consequência negativa é a demora na reposição dos veículos destruídos. Como não existe cobertura de seguro para incêndio criminoso, as empresas têm que encomendar ônibus novos. O processo leva tempo: do pedido ao licenciamento do veículo, passando por fabricação e envio, são, em média, seis meses. De acordo com a Fetranspor, repor os 25 coletivos queimados só este ano vai custar R$ 8,7 milhões às empresas de ônibus.
- Esse tipo de manifestação só prejudica a população.
Fonte: Jornal Destak


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