terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Produção industrial em dezembro tem o pior resultado em cinco anos




De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a produção industrial brasileira encerrou 2013 com uma alta acumulada de 1,2%, mesmo depois de recuar 3,5% em dezembro ante o mês anterior, pior resultado desde dezembro de 2008 (-12,2%). Segundo o instituto, em dezembro 22 dos 27 ramos pesquisados apresentaram queda.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Governo oferece incentivos para doações a projetos contra câncer




O governo deve garantir, em 2014, deduções fiscais de até R$ 1,3 bilhão para cidadãos e empresas que fizerem doações para projetos de entidades sem fins lucrativos que atuam no campo da oncologia e da pessoa com deficiência. Pessoas físicas e jurídicas que contribuírem com as ações poderão abater até 1% do Imposto de Renda.

Preço dos imóveis subirá menos em 2014, apontam analistas




Os preços dos imóveis no Brasil em 2014 devem subir em ritmo menor do que o dos últimos anos e ficar próximo à inflação. Segundo economistas e representantes do setor imobiliário, a Bolha imobiliária está fora de questão, ao menos por enquanto. De acordo com o último índice Fipezap, o preço médio dos imóveis no País cresceu 13,7% em 2013, mesmo nível do ano anterior.

Educação, leitura e recreação puxam alta do índice semanal de preços




A inflação medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) subiu para 0,99% em janeiro ante 0,69% em dezembro, informou a FGV (Fundação Getulio Vargas). Na passagem da terceira para a quarta semana de janeiro, o destaque do índice de preços foi o avanço apresentado pelas taxas do grupo de educação, leitura e recreação, que passou de 3,16% para 4,47%.

R$ 200 bilhões: Brasil bate recorde de arrecadação de impostos



O brasileiro começou o ano batendo recorde de arrecadação de tributos. O Impostômetro da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) atingiu  à marca de R$ 200 bilhões à meia-noite.  No ano passado, a marca foi atingida 13 dias depois. A ACSP destaca que a maior parte de todo esse dinheiro arrecadado vai para gastos de custeio e não de investimento, o que atrasa o desenvolvimento do Brasil.