quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Principais cidades brasileiras perdem 45% da água com vazamentos, roubos e gatos



A média de perdas de água nas 100 maiores cidades brasileiras em 2014 foi de 39,43%. Os dados revelados  pelo Instituto Trata Brasil, levam em conta vazamentos, roubos, gatos, falta ou erros de medição e outras irregularidades. Segundo o levantamento,das 100 cidades analisadas, 62 tiveram perdas entre 30% e 60%. O estudo tem como objetivo atualizar o ranking do saneamento básico, publicado desde 2009 com dados dos indicadores do SNIS (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento).

Educação e saúde são prioridades para jovens



Segundo pesquisa “Juventude levada em conta” realizada pelo Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), educação de qualidade e bons serviços de saúde foram as prioridades mais citadas por 11.430 entrevistados. Esses itens eram desejados por mais de 80% das pessoas entre 15 e 29 anos ouvidas no levantamento, enquanto 63,5% pediram um "governo honesto e atuante", apenas o quarto mais citado.

OMS: 3 milhões de pessoas não sabem que têm tuberculose




Mais de 3 milhões de pessoas ignoram que estão infectadas com o bacilo da tuberculose, alertou a OMS (Organização Mundial da Saúde). Segundo o departamento dedicado à doença na OMS, estima-se que anualmente se dão entre 8,6 e 9 milhões de casos de tuberculose.

Suplementos de creatina podem elevar risco de câncer de testículo, diz novo estudo


Nas academias, suplementos à base de creatina são um dos preferidos de quem treina pesado em busca de músculos. Para os homens, o uso desses produtos é potencialmente perigoso por aumentar o risco de câncer de testículo, aponta um novo estudo da Universidade de Yale, nos Estados Unidos.

Apps oferecem cultura a cegos e surdos




Dois aplicativos de empresas diferentes oferecem cultura a deficientes visuais e auditivos. A empresa Hand Talk, de Maceió, desenvolveu um aplicativo que traduz textos da web para a linguagem de sinais (libras), usada na comunicação de pessoas com surdez. Já a carência de acessibilidade nos museus inspirou a paulistana Mobile2You a desenvolver um aplicativo para ajudá-los a entender e apreciar as obras expostas.